Display terá importante evolução tecnológica
Há pesquisas da Sharp Electronics, Minolta, Kent Display Systems (KDS) e de outras companhias, para o desenvolvimento de displays que não precisem de retroiluminação (backlight), através do uso de polarizadores, de forma em que moléculas de cristal líquido se movam num campo elétrico, mas elas têm um baixo coeficiente de transmissão de luz (menos de 20%). Outras companhias estudam displays que não precisam de matriz ativa (thin-film transistor backplane), usando cristal líquido com polímeros. Até o momento, eles apresentam alto consumo de energia ou tempos demorados de endereçamento.
Tinta eletrônica – O MIT Media Laboratory, em Cambridge (Massachusetts/EUA) estuda um novo material microfabricado, denominado tinta eletrônica ou e-ink. Trata-se de um material em que cada ponto contém uma partícula bicolor, a qual pode girar (mudando a cor vista pelo usuário) mediante a influência de um campo elétrico. Uma das vantagens é que essa tinta pode ser aplicada não só a papel, mas também a ampla variedade de plásticos e outros materiais, o que permite fabricar displays de baixo custo e consumo energético, e que podem ser curvados (o que permite a aplicação a inúmeros objetos que tenham características de displays eletrônicos. O custo de uma peça de papel eletrônico de 8.5 por 11 polegadas deve ficar entre US$ 1 e US$ 10.
Mais que texto – Por fim, Jacobson observa que, como a tinta eletrônica pode ser endereçada em freqüências de até 20 Hertz, as páginas tanto podem ganhar a aparência de um manuscrito com iluminuras medievais (a exemplo das feitas pelo inventor do moderno livro portável, Aldus Manutius), como apresentar videoclips e imagens animados para ilustrar e complementar o texto. Com a vantagem de que essas imagens estarão, em nossa mente, associadas com determinadas páginas do livro, que podemos rever diretamente. Ficam claras as vantagens, quando essa facilidade é comparada ao uso do monitor comum, pelo qual todas s imagens devem passar.
Para receber uma ou mais obras literárias, o e-book pode ser conectado a um computador externo. Como por exemplo uma edição clássica das Leis de Platão pode representar cerca de 1 MB de informação, é possível colocar mil livros num cartão de
A longo prazo, drives atuando no nível atômico poderiam – ainda no mesmo espaço – armazenar 10 terabits, com taxas de transferência de dados da ordem de 1,2 megabits por segundo, como citado na página do Journal of Research & Development da IBM:
| High-density data storage using proximal probe techniques by H. J. Mamin, B. D. Terris, L. S. Fan, S. Hoen, R. C. Barrett, and D. Rugar We describe some of the achievements and problems associated with proximal probe-based approaches to high-density data storage. While STM-based methods have demonstrated spectacular areal densities dwarfing anything achievable with today's storage technologies, reliability and data rate issues present serious obstacles. These problems have led us to focus on techniques based on AFM and near-field optics. First, we have developed a thermomechanical writing scheme using an AFM tip. We have addressed many of the practical issues involved, including data rate. With custom low-mass cantilevers, we have demonstrated readback on real data with a data rate of 1.2 Mb/s. We have also pursued nontopographic storage techniques based on charge storage in nitride-oxide semiconductor structures and near-field optical storage. These techniques should be able to achieve densities comparable to those reached with the AFM scheme, with the added advantage that they are fast and reversible. Although it is not yet clear whether any of these probe-based approaches can ever be made practical, they do represent potential pathways to the higher densities that will be needed in the decades ahead. |
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